Autismo – compreender e agir em família para quebrar barreiras

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Autismo – compreender e agir em família é o caminho mais curto para o desenvolvimento do indivíduo diagnosticado com o transtorno. Mas como ajudar um filho autista se os próprios pais não conseguem aceitar plenamente a situação?

Afinal de contas, todos nós sabemos que o autismo é um distúrbio de neurodesenvolvimento que afeta o desenvolvimento escolar, a interação social e as capacidades cognitivas da pessoa autista.

Sendo assim, muitos pais e parentes próximos que não dispõem de muitas informações sobre o transtorno ficam abalados quando recebem o diagnóstico, pois muitas vezes não têm estrutura emocional para gerenciar a nova situação que se apresenta.

Nesse sentido, veja neste artigo como se adaptar à nova realidade e ajudar a criança em seu desenvolvimento.

Cada caso é um caso

 

Sendo assim, para que os pais possam apoiar a criança autista, é importante ressaltar que, em se tratando de autismo, cada caso é um caso. Por isso, existem diferentes níveis de autismo e, dentro de cada um deles, cada pessoa pode se portar de maneira singular.

Portanto, os pais podem se informar sobre o distúrbio, contar com a opinião de especialistas, como médicos, psicólogos, terapeutas e educadores. Entretanto, os pais irão aprender de fato a conviver com o autista no dia a dia.

Isso porque, o distúrbio torna as crianças e adolescentes autistas especiais, com algumas reações próprias de quem tem a condição, que são muito diferentes das pessoas neurotípicas (que não são autistas).

Veja, portanto, algumas características:

  • hipersensibilidade;
  • resistente a mudanças;
  • falta de interação social;
  • dificuldade de manter contato físico;
  • preferência por alguma área do conhecimento.

Sendo assim, os pais que têm mais filhos neurotípicos devem compreender que é preciso tratar a criança autista de acordo com as suas especificidades e, sobretudo, não fazer cobranças, muito menos comparações.

Lidando com a criança autista

 

Nesse sentido, é interessante que os pais recebam um aconselhamento de especialistas para entender como se portar, no dia a dia, com a criança autista. Sobre este tema, veja a seguir algumas dicas:

  • melhore a comunicação: ao falar com o filho autista, module o tom de voz, use palavras simples e curtas e gesticule para expressar suas emoções;
  • faça brincadeiras: não é preciso usar brinquedos sofisticados. Objetos da casa, por exemplo, podem ser usados de maneira criativa;
  • conte histórias: a criança autista vai notar, através dos seus gestos e tom de voz, como identificar as suas emoções, desenvolvendo-se a si mesma.
  • tenha cuidado com os sentidos: o autista costuma ser muito sensível ao toque, ao som alto e à aglomeração de pessoas. Por isso, evite situações em que ele possa se sentir desconfortável.

Administrando a situação com a terapia

 

Sabemos que os pais cuidam com todo o carinho e zelo dos filhos autistas. Mas, e quem cuida deles? Afinal de contas, a condição pode gerar um desgaste emocional e um sentimento de fracasso quando não se sabe compreender e administrar a situação.

Por isso, os pais que se sentirem na necessidade, devem procurar terapia. Uma saída para fazer o fechamento de ciclos, por exemplo, é a Hipnoterapia, que age nas causas do sofrimento e na não aceitação.

Concluindo, quando se fala em em autismo – compreender e agir em família é essencial para promover o desenvolvimento da própria criança.

Nesse sentido, conheça como a Hipnoterapia também é indicada para o atendimento de pais de filhos autistas. Veja mais no site do IPTE (Instituto Paulista de Tratamento Emocional).

 

Iran Moura

 

Fundador do Instituto Paulista de Tratamento Emocional, pedagogo, hipnoterapeuta formado pela OMNI e coach comportamental.

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